Dicas para comer Sushi quiném gente

Publicado: 28 de março de 2009 em receitas

1. SUSHI (bolinho) Errado: Comê-lo com o arroz virado para baixo Certo: Levá-lo à boca com o peixe em contato com a língua Banzai: Exige um pouco de malabarismo no começo, mas vale a pena. Afinal, as papilas gustativas que fazem você sentir o sabor da comida estão na língua, não no céu da boca. E o importante é sentir o gosto do peixe.

2. GARI (gengibre) Errado: Comer como entrada, sobremesa ou petisco Certo: Utilizar entre um bolinho e outro, para limpar o paladar Banzai: A função do gari é limpar o paladar para você encarar a próxima espécie de peixe. “Funciona como um sorbet”, explica Lumi. As lascas de gengibre devem estar rígidas – o nome gari vem do barulho produzido quando mordemos coisas crocantes .

3. WASABI (pasta verde) Errado: Sobre o peixe ou diluído no shoyu Certo: Deve ser colocado durante a preparação, entre o arroz e o peixe Banzai: Além de dar gosto, o wasabi tem funções higiênicas: é antídoto contra intoxicação alimentar – providencial para quem está comendo peixe cru – e acelera a digestão. O peixe fica menos tempo no corpo e não corre o risco de entrar em estado de putrefação

4. HASHI (palitos) Errado: Cruzá-los ou espetá-los no bolinho Certo: Manter os palitos paralelos ou usar as mãos Banzai: Espetar o hashi no bolinho lembra um ritual fúnebre japonês com incenso. Se você não sabe manejá-los, mãos à obra. “Usar os dedos está de acordo com a etiqueta. Especialmente no balcão, onde é normal fazer refeições mais rápidas”, diz Lumi.

5. SHOYU (molho de soja) Errado: Ensopar o sushi no molho de soja Certo: Molhar levemente o peixe e evitar contato com o arroz Banzai: Faça um sushiman feliz: não exagere no shoyu. “O molho deve acrescentar e não roubar sabor. É aqui que a maioria dos brasileiros erra”, diz Lumi. O arroz é temperado com vinagre e açúcar e não deve encostar no molho de soja.

Mais sobre o SUSHI O sushi é o prato mais famoso da culinária japonesa. Sua origem é milenar e, assim como nossa carne-seca, nasceu da necessidade de armazenar peixe nas eras pré-geladeira. Para resolver o problema, pescadores alternavam camadas de frutos-do-mar com arroz numa tina de madeira coberta por um peso. Em semanas, a mistura virava um compacto e a fermentação dava o sabor ao arroz (o mesmo sabor que o sushiman consegue hoje usando açúcar e vinagre). O curioso é que a técnica pode ter surgido na China, inimiga histórica dos japoneses. É como se a feijoada tivesse sido inventada na Argentina. No formato que conhecemos hoje, o bolinho apareceu apenas no século 18 pelas mãos do chef Yohei Hanaya, que criou uma espécie de fast food em Edo, hoje Tóquio. A idéia era servir comida rápida e acessível para trabalhadores, e os bolinhos nunca apareciam em jantares requintados. Por lá ainda é assim, e o sushi não tem nada a ver com a imagem refinada e cara que a culinária japonesa acabou adquirindo no Brasil.

Achei no Peramblogando e resolvi compartilhar, afinal de contas particularmente eu curto um peixinho cru de vez enquando…


comentários
  1. Errei em algumas coisas! bah! uehuehe. Mas nada extremamente grave. Eu só não o coloco no ângulo certo na boca, e deixo o shoyu encostar no arroz. Valeu pelas dicas 😀

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